< 10 filmes com cenas de sexo reais Esqueça os vídeos pornôs ou aquelas produções em que vez ou outra aparece uma bundinha de fora. O que vem a seguir são obras da sétima arte em que os atores tiveram que atuar e ainda praticar sexo não simulado frente às câmeras. 1) Love (2015) (Divulgação/Reprodução) O cineasta argentino Gaspar Noé chocou o público e a crítica com duas horas de muito sexo, incluindo masturbação, nudez frontal, ereção e ejaculação. Tudo real, e em 3D. As cenas, pra lá de instigantes, retratam as memórias safadas do protagonista de seu filme. Há relatos de expectadores que estiveram no Festival de Cannes e deixaram as poltronas antes dos dez minutos iniciais do longa. Polêmico, Noé também dirigiu Irreversível (2002), que foi duramente criticado por enfatizar a violência sexual. 2) 9 Canções (2004) (Divulgação/Reprodução) Para quem tem más intenções no escurinho, esse filme é uma boa pedida. A história se passa em Londres e explora em detalhes apimentados a relação amorosa do casal de roqueiros Matt e Lisa. Sem rodeios, é um filme com cenas variadas de sexo e masturbação entre os atores, intercaladas por nove apresentações de bandas alternativas, como Primal Scream e Dandy Warhols. Segundo o jornal The Guardian, “foi o filme popular mais sexualmente explícito” até a atualidade. 3) The Brown Bunny (2003) (Divulgação/Reprodução) Um filme com orçamento de 10 milhões de dólares não precisava que o diretor desempenhasse a função de roteirista, câmera, produtor e ator principal. O americano Vincent Gallo fez tudo isso no filme em que conta a trajetória de um homem solitário em busca do amor perdido. Para interpretar sua musa dos sonhos, ele convidou a atriz Chlöe Sevigny, que pagou um alto preço por sua atuação. Os dois fizeram uma cena de sexo oral que levou à ruptura de vários contratos da estrela para papéis em filmes mais tradicionais. 4) Calígula (1979) (Divulgação/Reprodução) Se no século 21 um peitinho de fora ainda causa polêmica, imagine há 40 anos. Não é à toa que esse retrato cult dos pecados cometidos pelo Império Romano seja considerada uma das obras mais obscenas da história moderna. Na versão sem cortes do diretor Tinto Brass é possível conferir cenas de sexo oral, penetração, orgias e até paródias de estupro. Mas o que choca é reconhecer no elenco astros de peso da atualidade. Helen Mirren, que em 2007 ganhou o Oscar por sua recatada rainha Elizabete 2ª, está irreconhecível. 5) Um Estranho no Lago (2013) (Divulgação/Reprodução) Nessa produção francesa sem pudores, o destaque é um lago usado por naturistas homossexuais em busca de aventuras carnais. Há nudez frontal e sexo oral. Em entrevista à revista Cahiers du Cinema, o diretor e roteirista Alain Guiraudie confessou que no filme é possível ainda reconhecer os mais variados perfis de gays. Segundo ele, do cara pegador ao que se apaixona quando deveria encarar a situação como algo passageiro.

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